Software de manutenção gratuito vs. pago: qual escolher em 2026
Comparativo honesto entre CMMS gratuito e pago: limitações, custo oculto, escalabilidade e quando vale migrar para uma solução paga.
Quem começa a estruturar manutenção naturalmente busca opções gratuitas. Faz sentido testar — mas é preciso entender os limites antes de investir tempo configurando algo que não escala.
O que um CMMS gratuito normalmente entrega
- Cadastro limitado de ativos (geralmente 50–100);
- 1 a 2 usuários;
- Sem app móvel ou app limitado a leitura;
- Sem integrações (financeiro, ERP);
- Sem suporte humano.
Os custos ocultos da versão gratuita
- Tempo perdido em retrabalho (sem app, técnico anota em papel e digita depois);
- Risco de perder histórico quando a empresa "free" descontinua o produto;
- Falta de relatórios gerenciais — você vê dados, mas não toma decisão;
- Sem assinatura digital, OS não tem validade contratual.
Quando migrar para pago
- Equipe acima de 3 técnicos;
- Acima de 200 OS/mês;
- Necessidade de despachar OS em campo;
- Cliente exige laudo ou assinatura formal;
- Quer medir MTBF/MTTR sem planilha.
Quanto custa
SaaS profissional varia de R$ 50 a R$ 150 por usuário/mês. O Tecniko tem plano grátis, sem cartão — você consegue avaliar com dados reais antes de comprometer.
Conclusão
Gratuito é ótimo para validar conceito. Acima de certo porte, o custo do "free" supera o custo do pago — e a diferença é tempo e qualidade de decisão.
Veja como o software de ordem de serviço da Tecniko pode ajudar a sua operação.