Análise de óleo lubrificante: o que medir e quando trocar
Como interpretar análise de óleo: viscosidade, TAN, TBN, contagem de partículas, ferrografia e indicações de troca.
A análise de óleo é uma das técnicas preditivas mais baratas. Por ~R$ 200 / amostra você sabe se o óleo ainda serve e se o equipamento está desgastando. Principais ensaios Viscosidade (40 °C e 100 °C): variação > 10% indica diluição ou oxidação; TAN (acidez total): sobe com oxidação; TBN (alcalinidade): cai em óleo de motor; Água por Karl Fischer: > 0,2% acelera falha de rolamento; Contagem de partículas (ISO 4406): ex.: 18/16/13; Espectrometria: Fe, Cu, Cr, Si — cada metal aponta um componente; Ferrografia: identifica o modo de desgaste pelas partículas. Frequência de coleta Sistemas críticos: a cada 1.000 h ou 30 dias. Demais: trimestral. Sempre coletar antes de trocar — assim você sabe se a troca era mesmo necessária. Como coletar bem Equipamento em operação, óleo na temperatura normal; Ponto fixo de amostragem (válvula minimess); Frasco e mangueira limpos; Identificar TAG, data, horímetro. Conclusão Vincule o laudo à OS no Tecniko . O sistema cria alerta para próxima coleta e cruza tendência com falhas registradas.
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